Profº Fernando Alves Firmino

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Que valores queremos para nós?



    Muita gente me escreve falando sobre falta de educação dos jovens, que os professores não são mais os mesmos...só blá, blá, blá.

    Primeiro, vamos lá. Um monte de gente reclama que os professores não cumprem seu papel, realmente não, pois tem que gastar o tempo que deveríamos passar conhecimento, educando seus filhos. O problema não é o final da pirâmide é o início dela, a base. As famílias não são mais famílias. Elas não ensinam mais hierarquia, pai/mãe manda, filho(a) obedece e pronto. Esta regra funcionou por mais de dez mil anos e graças as maravilhas da tecnologia e sua preguiça, deixamos este conceito de lado. Também em um gesto creditado a "modernidade", deixamos o diálogo de lado. Afinal,meu filho tem roupa, comida e escola, não tem problemas, não preciso ficar conversando com ele, vou assistir Breaking Bead e ele fica no quarto com seu smartphone ou notebook.

    A "pedagogia moderna" onde temos que ser amiguinhos e não pais é um grande, enorme, gigantesco problema que resulta em péssimos profissionais, péssimos cidadãos, uma geração de alienados mimados. Na minha geração já haviam alguns assim, nós os chamávamos de babacas, tudo tinha a proteção da mamãe e do papai, até os trabalhos de escolas deles eram feitos pelos papais.

   Hoje os Papais New Generation, totalmente imersos no século XXI já ensinam os filhos como é "bom" o CTRL+C, CTRL+V, para tudo, sem que se participe do processo, da leitura, da pesquisa, de apurar os dados e o principal, se compreenda o que se propõe ao trabalho.

    Recentemente conversei com dois jornalistas recém formados. Lamentável, dois analfabetos funcionais, não sabiam conversar sobre nada, somente frases prontas, não sabiam falar sobre fatos recentes da história. Mas ai perguntam, poxa, todo mundo é assim? Claro que não, existem ainda pais de verdade, que dão amor, responsabilidade, hierarquia, cobranças e participam do diálogo dos filhos, e estes serão mais propensos ao sucesso na vida, pois já aprenderam na família o que é ganhar, perder, conquistar, crescer. Nunca tiveram nada de mão beijada.

    É verdade que muitos professores se acomodaram também, desistiram de lutar contra a geração selfie e viraram professores de Smartphones, não colocando mais o aluno ao estímulo da leitura, da escrita manual, do debate, da interação e do movimento. O resultado de tudo isto, já sabemos, já foi dito em outra parte deste mesmo texto.

   Não é a ministra fanática religiosa com diploma emitido pela Escola Xavier, Madame Mim, que cospe na cara da ciência, ou os bananas do "escola sem partido" que irão resolver a questão. Estudei com os professores que os neo políticos consideram alienadores de mentes...engraçado, a maioria deles, ou todos, também estudaram do mesmo jeito e não são "alieanados" ou são?

     O que seria alienação? Seria a falta de noção de realidade...talvez sim. A maioria esmagadora de nossos governantes são então, pois vivem em um universo de poder e riqueza que é bem distante do país sem saneamento básico, com pessoas sendo mortas como moscas nas ruas, passando fome, sendo vítimas de crimes constantes, enquanto eles em iates, festas chiques, ficam divagando sobre o glamour de um país que só existe em seus palácios.

    A educação é e sempre será uma corda de duas pontas, onde família e professores tem que andar juntos. Escola não é lugar de religião, religião é algo íntimo e familiar e ponto. Política deve ser debatido na escola sim, dentro do contexto histórico, se retratando fatos e fazendo com que o aluno pense e compreenda que nação ele deseja. Mas hoje o cenário é bem distante disto, bem distante...vamos continuar vendo as escolas como creches para papais moderninhos e para a geração selfie ficar ganhando likes e se vangloriando de humilhar professores, hoje babás.




quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Respeito a imprensa é o respeito a democracia


      Quando falamos o quão importante é o papel da imprensa, muitos se renegam a pensar que a imprensa esta lá para transmitir um fato e não fazer mais que isto. A imprensa tem um papel aquém disto, tem o papel de fomentar e disseminar a informação, de criar em uma sociedade livre o direito de questionar e pensar, de resgatar fatos, histórias e momentos da humanidade.

     Em uma democracia a imprensa tem função fundamental para fortalecer a sociedade na luta contra a corrupção e no respeito aos diretos adquiridos. É a imprensa que pode ser sim a voz de uma nação tão açoitada por mazelas e chagas que outrora foram deixadas pela ditadura e injustiças sociais.

     Mas a imprensa também erra. Sim é verdade, como em todas as áreas existem bons e maus profissionais e cabe a cada um de nós em nossa capacidade de discernimento, saber ouvir, filtrar e formar nossa visão.

     Claro que apesar da imprensa, toda opinião do povo emana de sua bagagem cultural, histórico de vida e acesso a informação. O século XXI se notabiliza como o século da informação, onde disseminamos e compartilhamos tudo com uma velocidade impressionante. Quem bom não? Infelizmente não, pois com o advento da internet e suas facilidades veio o empobrecimento da cultura e do valor da informação, onde a grande e esmagadora maioria da sociedade não questiona ou busca informação e conhecimento e isto fez surgir com mais força algo que já é enraizado na cultura humana: a FOFOCA, a BOATARIA, agora chamada de FAKE NEWS. Este fenômeno que não é novo, já causou a morte de pessoas, destruição de carreiras e danos a famílias e governos.

    O princípio do jornalismo é o de apurar, checar, verificar para poder publicar. Mas a caça incessante pelo "like", pelo imediatismo faz com que pessoas, "jornalistas" e pessoas com a "máquina" na mão se preocupem com este sucesso momentâneo do que com o princípio do trabalho bem feito.

    Até inventaram agora o "YouTuber". Isto não é profissão, o YouTube é uma ferramenta, se as pessoas agora vão colocar no currículo que é YouTuber é um desrespeito, você pode sim ser um influenciador digital como consequência, mas sua essência sempre será sua profissão, sua cultura, seus valores morais e éticos.

    O jornalismo passa por uma reformulação moral a qual não se vê a muito tempo e temos que ponderar e tomar cuidado. Pois todo fanatismo é maléfico, todos temos bandeiras ideológicas e temos que saber colocar elas em segundo plano pelo menos por alguns momentos para que todos que tem o poder de influenciar ou de disseminar a informação não seja mais uma ferramenta a serviço do ódio, da intolerância e da desinformação.

     O papel do jornalismo, reitero, é fundamental e imprescindível para o fortalecimento da cultura e do processo democrático. Nenhuma mordaça pode ser benéfica ao processo, tão pouco o fanatismo.

     Lutamos mais de três décadas pela liberdade e não podemos deixar que o suor, o sangue e as lágrimas derramadas em prol da democracia sejam destruídas e jogadas fora por caprichos deturpados e fanatismos de uma minoria dominante. Os bons sempre serão maioria e a democracia e o direito e o acesso a informação serão sempre uma premissa irrevogável de uma sociedade justa.





Fernando Alves Firmino

Fundador do ESPORTESNET. Jornalista, profissional de educação física, palestrante, professor e treinador de Futebol/Futsal.

Mtb: 71668/SP








terça-feira, 2 de outubro de 2018

Eleições chegando

     Chegando o dia da eleição e nos cargos majoritários me recusei a votar em branco ou nulo, mas não votarei nos amarelos, nos vermelhos e também não votarei nos revoltados, vou votar em algum pequeno candidato, assim fico ao menos com a consciência tranquila.
     A democracia é feito de não votar pela modinha...os amarelos e os vermelhos afundam nosso país desde os anos 90, agora soma-se a eles o revoltado que não sabe falar nada, que ficou três décadas, como muitos outros, não fez nada e que ser o "DEUS" de uma nação.
     Mas também devemos lembrar que o país vem em um processo de corrosão da instituição família, não por questão de opção sexual, como dizem muitos fanáticos religiosos, mas sim pela questão da ordem, disciplina familiar, fui criado assim.
     Acredito na educação, mas com professores sendo transformados em babas ou vigias de luxo dos filhos, pois é isto que 95% dos pais moderninhos acham, que escola deve educar e não deve, escola passa conhecimento, educação é em casa, mas isso da trabalho, tem que parar de assistir seu seriado preferido, parar de jogar videogame, desligar o smartphone e sentar para conversar todo dia com os filhos, complicado, se ele não sabe o que é hierarquia em casa, acha que ele ira respeitar professores, idosos e amigos?
    Ai na hora de escolher candidatos, onde esta o debate de ideias? Só se fala em gerar isso, cortar aquilo, mas o povo precisa ampliar a questão.
     Tenho uma visão limitada talvez, mas é o que acredito, se não começarmos a discutir as pequenas coisas e cumprir nossos deveres e cobrar nossos direitos fica difícil.
    Desrespeitando idosos,gays, negros, amarelos, pobres não iremos a lugar algum, destruindo a natureza, jogando lixo na rua e etc.
     O resgate de valores se faz necessário, para podemos ampliar as discussões. Valorizar a cultura, aprendermos a história de nosso bairro, cidade e país, mas alguns dirão, mas a história é tão suja, mesmo assim devemos ter este conhecimento, pois é assim que crescemos, olhe as grandes nações, o valor que elas dão ao conhecimento de sua história e valores, mesmo a sujeira que a por trás dela.
     Ler mais, ouvir os mais velhos, difundir conhecimento, divergir é saudável. Agora fanatismo político, religioso, ideológico são ácidos que corroem a sociedade.
     Precisamos combater isso. Vote com consciência.


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Neymar, o inquestionável

   Neymar virou alguma espécie de santo no Brasil, talvez seja a única explicação para ele ser o primeiro atleta do país que não pode ser questionado. Ele acha que pode ser colocado no mesmo patamar de Romário, Pelé, Ronaldo, Garrincha...e não pode. Craque, sim, ele é, sem dúvida, ídolo, não, ele não possui a personalidade e atitude para tal.
     Chorar ao final de uma partida, não é motivo para o criticar, afinal, seres humanos possuem sentimentos, mas suas atitudes, pesam contra ele. Um atleta mimado, mimado demais, e a grande culpa disso é a imprensa que na carência de ter um novo ídolo no futebol o transformou em um DEUS e quando ele subiu la agora é dificil tirar ele.
     Apanhar no jogo é consequência do seu valor, da sua visibilidade, veja Ronaldo, Garrincha, Pelé, Tostão, Zico, Ronaldinho e tantos outros...o grande craque tem que saber conviver com isto...afinal, com grandes poderes, vem grandes responsabilidades. É irritante o chama-lo de "menino Ney", ele não é menino há muito tempo, já é pai, é um homem, que deve entender o tamanho de sua responsabilidade de empunhar a camisa da seleção brasileira, assim como os que o fizeram antes dele. 
     Agora no século 21 somos vitimas do jogador que tem seu STAFF, o jogador vai para a Copa com cabelereiro, parças, modelos, manicure, cozinheiro, motorista e o foco no jogo, nos treinos ficam em segundo plano. É fato que o Neymar sofre pelos três meses sem jogar, mas vale lembrar que um tal de Ronaldo, sofreu três lesões gravissímas e voltou para ser um dos grandes do futebol mundial, bi-campeão do mundo.
     Neymar ira escrever sem dúvida uma página muito importante no futebol brasileiro, não há dúvida, mas me preocupa o legado que ele deixa ao futuro do esporte número um de nossa nação. Uma geração de atletas, não só ele, que se preocupam mais com uma selfie, em cuidar do seu penteado, do que em honrar uma camisa com cinco estrelas no peito, a mais "pesada" do planeta. Neymar deve sim ser reverenciado como maior talento do futebol brasileiro na atualidade, mas não o consigo colocar na mesma frase com os grandes nomes do futebol brasileiro.
     Talvez seja um problema cultural que este colunista possui, em ter valores diferenciados, por ter sofrido com certas mazelas da vida, que não me fazem enxergar a importância de tantos mimos, de tanta paparicação, dou mais valor ao trabalho, a dedicação, ao aprendizado, a história que existe por trás. Mas vamos torcer por Neymar e que seus xiliques se transformem em gols e que suas birras de criança mimada se transformem em títulos para o bem da geração selfie que acha que o futebol surgiu no ano 2000.
    Não é o futebol ou Neymar que ira mudar as mazelas, a fome e a corrupção de nosso país, mas para nós que amamos esta coisa louca que é o futebol, enraizado em nossa cultura, o camisa 10 de nossa seleção poderia se mais atleta e menos popstar de rede social


quinta-feira, 23 de março de 2017

Minha visão...

     O povo continua perdendo e sabe por que? Devido ao fato de não agir como sociedade, ficam defendendo ideologias hipócritas de A ou B...e estes por sua vez, apoiado por seus correligionários aprovam leis que prejudicam o povo e não é de agora após o golpe. É a muito tempo...ficam defendendo o antropólogo ou o sindicalista, ambos são amiguinhos e corruptos e você fica ai esbravejando como advogado de um ou outro e o país regredindo...é triste ver que caminhamos assim e que não aprendemos com os erros, colocamos falsos líderes no poder...somos todos culpados pelos castigos que estamos recebendo nesta nação, que agoniza pela falta de cultura de seu povo, pela fome, pela miséria...mas continuemos ali, acreditando, prefiro ficar na fé de melhoras do que chorar pelos sindicalistas de plantão, pseudo ideológicos, revolucionários, que nunca me representaram.
     E vale lembrar...não existe partido certo...esta história de direita e esquerda não existe, são clichês para baderneiros e oportunistas se darem bem...o governo que era ruim, só piora, assim como o antecessor. Falta o povo adquirir cultura e entender seu papel, não é destruindo coisas, ateando fogo em prédios e ônibus, prejudicando pessoas de irem ao médico ou de trabalharem. Enquanto não se prejudicar os verdadeiros culpados, que ficam em suas poltronas rindo de vocês...de nós, tudo continuará como esta? Se sindicatos fossem bons este país seria o paraíso, afinal é o país com mais sindicatos no mundo...quanta gente nos defendendo não é mesmo?
     Como todos podem colocar o que querem nas suas redes, coloco um ponto de vista, não uma verdade absoluta, então não perca seu tempo com críticas, pois não valem de nada, apenas não me siga, não faça parte de minhas redes sociais. Assim como respeito seu direito de falar e compartilhar asneiras, respeite o meu direito de escrever sobre o que penso. Fiquem com DEUS.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

E vamos ao segundo turno



     O dia 04 de Outubro nos mostrou alguns fatos interessantes sobre a eleição presidencial. Marina que chegou a liderar as pesquisas e era figura quase certa no segundo turno ficou em terceiro, pagou um alto preço por alguns erros de estratégia de campanha. Dilma se consolidou com a força do partido, que em seus militantes tem uma fidelidade quase que religiosa, mesmo em um momento de crescimento baixo da economia, desemprego aumentando, crise na Petrobrás, o assistencialismo que ajudou o PSDB, ajuda e muito hoje o PT.

     O candidato tucano Aécio, veio, cresceu e vai para o segundo turno, mas deve-se lembrar que ele fez uma campanha forte quase que sem o partido, que nunca o apoiou 100%. Alckimin não entrou com afinco na campanha presidencial, Serra até fez campanha para ser o presidenciável do tucanato e não conseguiu e não apoio também com muita vontade Aécio, assim como outras vertentes do partido e mesmo assim ele cresceu e no estado de São Paulo ele arrancou para o segundo turno. Em seu estado, Minas Gerais ele sofreu, perdeu para o PT e não mostrou força em casa, o que mostra que há algo de errado em seu trabalho com suas bases.

     Agora temos novamente a guerra polarizada entre os tucanos e os petistas, nesta briga esta 3 a 2 para o PT. Lula que não conseguiu agregar nada a imagem de Padilha no estado de SP como fez com Dilma em âmbito federal, estará com afinco no segundo turno e o tucanato discute a entrada de seus nomes com mais força na campanha. Os "nanicos" candidatos de pouca expressão e Marina Silva são os fiéis da balança, Feldman, coordenador da campanha da ex-senadora revelou que a tendência é apoiar Aécio. Com isto a perspectiva é de que 60% dos votos de Marina migrem para o tucano, se isto vier a ocorrer teremos quase que um empate técnico, 46% para cada lado ficando na mão de 4% das eleições o futuro do país nos próximos 4 anos.

     Não podemos afirmar nada, não sabemos o que pode ocorrer, os institutos de pesquisa erraram tanto que previsões são apostas no páreo de uma corrida de cavalos onde não podemos saber quem pode vencer, ou se será decidido na fotografia ou com larga vantagem.

     O que se pode dizer é: façam suas apostas e boa sorte ao Brasil...se é que é possível com candidatos dos dois partidos mais corruptos da história, onde ambos não mostram segurança em seus planos de governo e ideias de desenvolvimento seguros para o país.

Profº Fernando Alves Firmino - MTB: 71668/SP
Data: 06 de Outubro de 2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

Só a opinião de um professor...








      Sei que muitos não irão ler:

     Interessante ver como todos se preocupam com a condição que se encontrão os presos no RN...

     Estão amarrados em cordas, sendo largados em péssimas condições. Se eles quisessem ser bem tratados que fossem honestos.

     E nós que somos honestos e trabalhadores...quem se preocupa com as condições dos postos de saúde, do transporte público e da educação?

     Presos não devemos nem nos preocupar se tem o que comer, pois não estão fazendo nada de bom, existem pessoas sofrendo de verdade em pontes, ruas e viadutos pelas cidades que não roubam, não usam drogas, não fazem mal a ninguém e não aparece um destes vagabundos dos direitos humanos para lutar por eles.

     Agora para lutarem por bandidos, marginais, aparece mídia, direitos humanos...quanta hipocrisia.

     Do outro lado, a mídia gasta seu noticiário para relatar o conchavo dos mafiosos do governo em torno da candidatura de Dilma Rousseff, a bandida chefe.

     Aqui em São Paulo o PSDB e seus comparsas também ficam ai articulando uma "oposição" que não é oposição pois como os mafiosos, são todos de "famílias" diferentes, mas roubam e matam juntos.

     Ouvi recentemente o ministro da saúde achando um absurdo ser questionado para falar sobre o programa mais médicos. Mas qual o problema em falar sobre o programa? Se a opinião pública esta feliz com projeto, é uma chance do referido ministro enaltecer o programa e talvez fazer com que os oposicionistas calem suas vozes. Mas é a doença dos politiqueiros que acham que tudo é ataque pessoal.

     Ataque este que sofremos constantemente ao sermos vítimas da falta de política no país, pois é uma grande diferença entre politiqueiros e políticos e nosso país é dominado por estas "famílias" de mafiosos que se instalam em todas as instâncias, até na esquina da sua rua, pois eles são o "exemplo" de que ser corrupto, não ter valores e desrespeitar a sociedade vale a pena.

     E os idiotas que assistem BBB, Novelinhas, Datenas, Netos, Marcelos Rezendes, Programas de fofocas, funks e mais um monte de lixo de nossa cultura, dão mais força a estes.

     Mas como professor acredito e sempre existem luzes, exemplos de que é possível, melhorar e mudar. Amigos e alunos me fazem acreditar nisto, com suas histórias de luta e perseverança. E sempre me apegarei a isto, não a partidos políticos e estas máfias de falcatruas e gente sem vergonha.

     Aos amigos e pessoas de bem, que tem fé, dão valor as coisas boas e importantes de verdade, como cultura, família, amor, continuemos lutando, pois os bons são maioria e vamos vencer.

     Sei que receberei uma enxurrada de críticas dos defensores e apaixonados pelo PSDB e PT, sei que os queridinhos pelas novelas, muitos meus amigos, vão ficar bravos ou chateados, mas arco com as consequências e sigo em frente pois o mesmo direito que um monte de gente compartilha idiotices, escreve errado eu tento plantar uma semente...

     Publicado originalmente em redes sociais.

     Fernando Alves Firmino - MTB: 71668-P/SP

domingo, 2 de março de 2014

Bom carnaval.

     Amigos, bom carnaval, não sou um apreciador da festa mais popular do Brasil, acho maravilhoso, grandioso e bonito a festa em alguns lugares, mesmo não entendendo. Mas é lamentável que para muitos o carnaval é sinônimo de vulgaridade, brigas, drogas, consumo de álcool irresponsável e por isso destroem a imagem de alegria e festa do carnaval, que muitos amigos que possuem fazem com que isto aconteça com tanta maestria.